Olá Archimedes, boa noite!
Quanto tempo, não é? andei preguiçoso, desatento...
Senti tua frustração, tua tristeza pela minha ausência. Eis-me aqui, retornando.
Novidades? Algumas...Estivemos recentemente na Europa, em Budapeste e Bratislava: Hungria e Eslováquia.
Ambas na Europa Central e cortadas pelo Danúbio.
Nada de excepcional em Bratislava: cidade povoada de estudantes, cheia de bares e "pubs", compatíveis com eles. Planejavamos uma estadia maior, mas dela abdicamos.
Budapeste é mais cosmopolita; limitamo-nos a andar, visitar lugares públicos, feiras e outros que tais. Bela cidade, ainda não contaminada com a poluição do centro. Peste mais fina, mais "chique" do que Buda, um tanto quanto proletária. Ambas ainda com o cinzento do antigo regime político. Habituados a ver flores em todas as sacadas e janelas, vimos apenas o cinzento. Um pouco delas nos lugares públicos.
Chama a atenção pelo grande número de termas: os húngaros devem ser imaculados, pela quantidade delas.
Depois a Alemanha. Mais tarde te conto!
Outra novidade é a chegada do segundo neto: o Leonardo, filho do Alexandre. Entrada definitiva nesta terra abençoada por Deus e desgraçada pelos políticos, marcada para a próxima sexta-feira, dia 22. Se já estava "babão" com o Felipe, que ornamenta esta página, imagine com mais um. Ah! e temos prometido, também, para o próximo ano, um filho da Adriana. Algo me diz, lá dentro, que será menina... Veremos!
Perdoe-me a ausência Archimedes! prometo voltar com mais frequência!
Eu sinto a tua falta; nas viagens, quando em reflexão, imagino-o comigo! Teu sorriso franco e generoso animando meus cansaços e não deixando que desista de ver o novo, o inusitado! Acompanhando-me nas cervejas generosas e saborosas, na admiração dos passantes e das formas das mulheres.
Fazendo-me lembrar sempre das nossas origens e dos duros e dolorosos caminhos que percorremos para chegar até onde estamos. Eu, por aqui permanecendo mais tempo que vc, para testemunhar as formidáveis mudanças que aconteceram nesses últimos 11 anos sem a tua presença.
Lembro-me da última viagem que fiz quando por aqui ainda estavas.
Foi para a Grã-Bretanha; havia retornado ao Banco, trabalhado durante 6 meses, até abril de 1 997, e viajado com a certeza de que seria defenestrado em função do plano de recuperação que havia apresentado. Um postal de um copo de uísque escocês retornou em minha bagagem. Pretendia te entegar em mãos, pela ausência de endereço. Mas, ao ver como estavas, desisti. Guardo-o até hoje, como tantas imagens dos tempos e das ocasiões em que juntos estivemos.
O retorno, como sabes, rendeu-me como prêmio um monte de processos. Findaram recentemente. Te falarei disso na próxima, comentando a forma como os magistrados encararam a nossa atuação.
Por ora saudemos o futuro coxa-branca que está por vir!
Grande abraço
quarta-feira, 20 de maio de 2009
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