segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

sábado, 8 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Caro Archimedes...

Hoje, "naqueles dias".
Ruminando sobre questões que teimam em retornar, quando gostaríamos que permanecessem por "lá", que não viessem nos assustar.

Veja:












          VOLTAREI A FALAR DISSO...
          BEM COMO FALAREMOS DA COPA DO MUNDO POR AQUI, COM AS COISAS PROMETIDAS E O QUE ESTÃO SENDO FEITAS...

          SAUDADES, TANTAS!!!

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

"ÓI NÓIS AQUI TRÁ VEIS"

ARCHIMEDES....


Tempo faz,
tanto tempo!

Te deixei em busca de facilidades da tecnologia e com elas
me enrasquei.

Arrependido, retorno!


Nesse tempo todo várias coisas aconteceram!
Dois novos netinhos!

O que você ali em cima, recém nascido, o Gabriel
o pai orgulhoso e um avô outro tanto.

Além dele, o Henrique, que completou 6 meses ontem.
Logo, logo te apresentarei outro "garbosão"!

Os demais cresceram, exigem, participam! 
Tanto fizeram que retornamos.
Deixamos a ilha da Magia e aqui estamos: pisando por becos conhecidos, andando por ruas acostumadas aos nossos passos.

Um novo período, uma nova fase!
Manterei o contato.
Te direi do que fiz,
do que quero fazer,
do que ainda posso fazer!

Voltarei!


Sem revogar a Lei do Bom Senso,
mas com todo o senso!

Beijos

domingo, 25 de março de 2012

 

 Caro Archimedes...

Boa tarde!

 

Quanto tempo longe de ti, ao menos por aqui.

Estive contigo na Primavera do ano passado, contando das minhas andanças. No retorno fiquem na expectativa de um novo local, mais amplo, iluminado quem sabe, para te contatar, para de dizer das minhas coisas, das minhas desesperanças, das alegrias, dos tempos presentes e dos que privamos....

Como deixa-lo?Não é possível. Estás sempre por aqui, do meu lado, nos meus sonhos, nas minhas divagações!

Quanto vou a Curitiba tenho-o comigo nas esquinas, nas praças, nos bares, nas calçadas... Nas "nossas" ruas, locais únicos.

Na última vez, contigo ausente, socorri-me do Boiko. Inundei-me na alegria dele! Aquela alegria única: a imensidão da sua vontade de viver! De sair todos os dias, de curtir a noite! De cantar e de dançar de, pura e simplesmente, VIVER!

 Diz, quem de direito, que o novo local, depois de passada a Primavera, o Verão e chegado o outono estará, finalmente, pronto!

A me esperar, a te esperar, a nos esperar!

Onde as produções, os devaneios serão postados para serem, inclusive, baixados por quem goste, aprecie! E comentados, por que não?

Os devaneios, ah! os devaneios... As coisas que por dentro estão e para mais dentro vão. Algo que me remete a um livro... Um cujo título nunca mais me abandonou:

"POR QUE NÃO POSSO TE  DIZER QUEM SOU?"


Reminiscências tantas, vagares, buscas... Introspecção. Sabes do que falo, do que digo, do que sinto!

Perdoe-me - já se tornou rotina te pedir perdão - mais uma vez a longa ausência. Estou tão somente esperando, tanto quanto você, que tenhamos o novo local!

Voltaremos, como sempre!

 Beijos

 

 



quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Boas tardes....
Archimedes, de tantas e tantas jornadas!

Te escrevo no dia das crianças, em mais uma tarde de Primavera!
Belos dias primaveris temos tido...
Tenho tido a alma leve com a resposta das minhas roseiras, as mudinhas feitas com carinho, afagadas, observadas, reagindo, oferecendo-se!


Estão em nova casa, transplantadas que foram! Resistem, buscando acomodação após o sofrimento causado pela mudança!
Afinal, qual filho aprecia deixar o calor da terra-mãe, útero, bolsa quentinha, proteção contra tudo e contra todos?


Mas a grande surpresa, o que chamou a atenção, que encantou, causou indagações mil não estava lá fora, mas dentro!
Veio sem ser convidada, sem ser cuidada! Apenas pelo esforço, pela necessidade de vida, de sobrevivência!

Veja as imagens!
O que pretende a trepadeirazinha desconhecida, que veio sem ser convidada e que faz de tudo para sobreviver?


Não parecem estar no ar à procura - desesperada - de um ponto de apoio, de uma salvaguarda, de um porto seguro?
Como uma alma, tal qual aranha, trepadeira, que larga seus fios ao acaso.... e que no acaso busca encontrar um apoio sólido para construir, firmar....


Veio-me à mente o que disse um poeta:


"WALT WHITMAN

    Silenciosa aranha paciente – notei como
Em pequeno promontório estava ela isolada,
    Notei como explorava o vasto vazio que a circundava:
Ia jogando, fio, fio, fio
    Tirados dela mesma, soltando-os sempre mais,
Incansável, fazendo-os correr sempre.
     E você, ó minha alma, onde é que está cercada,
Separada, em desmedidos oceanos do espaço,
     Ininterruptamente ponderando, arriscando, jogando,
Em busca de esferas para ligá-las até que
     Esteja construída a ponte de que irás necessitar,
Até que esteja segura a âncora dúctil,
     Até que o fio de teia que lanças
Prenda-se em algum lugar, ó minha alma!"

Ah! Archimedes...

Nas noites tranquilas, nas noites tenebrosas quando me debruço sobre o teclado e olho para o breu defronte minha janela sinto minh'alma se desprendendo e indo em busca de um ponto, de um promontório....

Ao longe o mar... Dificil não ouvi-lo na imensidão da  noite, na escuridão que se descortina...

Até pareço perceber Caronte, no cais oculto, barco pronto para singrar o lago da travessia...
Será como o mar? o mar que se descortina diuturnamente à minha frente, nos dias como o de hoje, sem vento, em que parece uma piscina?

Ou como nas noites calmas...
Aquelas em que flanamos nas asas da imaginação, sem preocupações outras que não a de flanar, tão somente?

Bem, o tempo está fechando...
O dia parece que irá terminar com chuva. 
Hoje só, sem as crianças...
Mas com elas na lembrança!










 









Até...
Um beijo!
 
 




sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Caro Archimedes...

Quanto tempo, não é?
O vagabundo aqui esteve vagbundeando, te negligenciando.
Sem explicações, sem justificativas outras que não o que foi dito acima...

Retorno hoje ao convívio depois de ter sido por ti intimado em sonhos...
Entendi o recado!

E retorno num dia especial: a chegada da Primavera!

Ah! a Primavera!   Me remete para as minhas flores, minhas roseiras. Tal qual uma bela mulher elas foram mimadas durante todo o Inverno!

Acariciadas, afagadas.... Às vezes com carinho, outras tantas com lascívia, com luxúria!
Amantes ora recatadas, ora animalescas, agora reagem, reacendem o que se ocultou na estação do frio: brotos lindos, sensuais, filhos do amor com a terra e um macho atento e prestimoso!

Respondem com carinho, não reclamam, não questionam!
Abrem-se como se fossem lábios tantos, vários, na espera de beijos que podemos corresponder apenas com os nossos dois!


 Daí ser remetido a pensar nos que não conseguem ver o encanto e a beleza que a Natureza, no caso estampada nas rosas, proporciona, sem nada cobrar é um passo!

Curitiba está sorrindo nas flores dos milhares de ipês que enfeitam ruas e residências! Existe espetáculo mais belo do que as pétalas das flores acolchoando o asfalto áspero das ruas, ou o calçamento inerte das calçadas?

                                     Alguns vêm nos ipês sujeira e trabalho! Vassouras a plena carga para limpar o terreno invadido pelas flores! Outros tentam simplificar com o corte puro e simples das árvores...
                                   Daí vou ao Livro Maior, que comparou o homem feliz a uma árvore plantada próximo a um ribeiro de águas...

                                   Alberto Caieiro concordou:

                                  " Sejamos simples e calmos
                                   como os regatos e as árvores,
                                   e Deus amar-nos-á fazendo
                                   de nós belos como as árvores e os regatos..."

                                   O amor de Deus, ao que parece, será tanto mais intenso em relação a nós quando formos como as árvores?

 
                                   Veja: até os canarinhos se reunem para comer placidamente e discutir sobre os encantos das flores e da Primaver!

                                   Beijos caro Archimedes...

                                   Volto breve!