segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Arquimedes....

Tardo, mas não falho...
Tava me lembrando, no livre-pensar, só pensar...
das dificuldades, das angustias do amar!
Das necessidades de Deus, de tentar explicar o inexplicável!
De repente, não mais do que repente, eis que algumas coisinhas diferentes se nos aparecem...
Sabe como são as coisas....
As coisinhas...

"Aqueles que vêm assim, assim, como quem nada quer,
que conversam com Deus, na Sua linguagem,
porque deles não precisam!
Brincam com o Menino Jesus, como na poesia de Alberto Caieiro...
Trocam figurinhas, dormem lado a lado,
dizem pouco, mas muito falam,
com os olhinhos acesos,
o sorriso que preenche todos os espaços
e que nos recordam como é delicioso ser avô...







Um comentário:

Elisabete B. disse...

Simples, terna, infinita condição de amar! Andas embalado pelo olhar, sorriso e voz de seres sublimes, "coisinhas" como dizes... Um avô "babão"!!!