segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Boa noite Archimedes....

Não me lembro, mas creio que chegamos a conversar sobre o autor do quadro que aqui vai reproduzido: SALVADOR DALI... A visão dele da Santa Ceia..

Lembrei-me disso a propósito de um texto que venho elucubrando há tempos... Ele me persegue principalmente quando penso em você. Como você bem sabe não o imagino estático, parado num paradisiaco lugar, flutuando sobre nuvens...


Pelo contrário: vejo-o ativo, participando, influindo, induzindo, protegendo, amparando! Sabe aquela coisa do anjo da guarda? Algo assim... Imgine só: meu caro Archimedes, anjinho da guarda!


Mas, voltando: muitas pessoas acreditam no Paraíso, não é? Principalmente com a vida de difícil convivência, entre os humanos... Assim, no livre pensar, só pensar, cometi algo. Minha visão especial, pessoalíssima sobre o assunto...


Por extensa, te contarei em partes...
Comecemos com a réplica de uma pequena parte da pintura da Capela Sixtina: A CRIAÇÃO DE ADÃO...







A BUSCA DO PARAÍSO (Um exercício de livre-pensar, só pensar, por conta e risco de W.Mugnaini)

Cada fiel sobe aos céus, em busca do Paraíso....
Se cada culto tiver seu paraíso particular, como tem seu Deus não haverá nenhum problema e a história acaba aqui, com todos felizes eternamente!

Porém, caso o EDEN seja um só para todos, o fiel cumpridor de todos os sacrifícios em Terra, ditados pelo seu culto, terá algumas dificuldades antes de adentrar na vida eterna.

Primeiro terá que obter um certificado que comprove o seu bom comportamento e que realizou todos os sacrifícios para justificar seu ingresso...
Como os cultos têm regras diferentes haverá um escritório celestial da sua Igreja encarregado de emitir o certificado...
                                    
                                   (Michelangelo: Expulsão do Paraíso - detalhe)


Segundo: de posse do certificado deverá se dirigir à Portaria Paradisiaca para poder entrar.
Imaginem a confusão!

Seria de se supor que cada Deus facilitasse a vida do fiel, fazendo com que cada certificado fosse emitido numa linguagem única...
Por conseqüência, acabaria a Babel em que se transformaram as religiões, com seus símbolos, regras e linguagens próprias e que, lá em cima (suponho que seja lá em cima, não é?) todos falem a mesma lingua... Ou que se entendam por telepatia...
Mas, se assim não for: o Porteiro do Paraíso exigirá que o Certificado seja traduzido para a linguagem paradisíaca... Retorna a alma em busca de um tradutor celestial juramentado!
Feita a tradução fica comprovado o cumprimento de todas as regras determinadas pela sua Igreja, pelo seu culto.

Então imaginemos:
a)    Com tantas religiões no mundo todo fica até difícil calcular a quantidade de representantes celestiais, responsáveis pela emissão dos certificados;
b)    Ao mesmo tempo, quando tradutores serão necessários?
c)     Com isso, quanto tempo o pobre fiel levará para realizar todos os trâmites burocráticos para poder gozar da vida eterna? ....  (Isso será assunto para ser discutido mais à frente...)

    Por enquanto fiquemos por aqui... Há muito por se dizer, por se fazer...


    Por exemplo: veja o que faz o Felipe (rssssssssss). Imitando, adivinhe quem?
    Certamente há o teu dedo em tudo isso... A isso eu me referia quando te dizia dos vestígios pela casa toda de todos eles....

    Beijos, até a próxima!!!!!
 





b





quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Caro Archimedes...

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Arquimedes....

Tardo, mas não falho...
Tava me lembrando, no livre-pensar, só pensar...
das dificuldades, das angustias do amar!
Das necessidades de Deus, de tentar explicar o inexplicável!
De repente, não mais do que repente, eis que algumas coisinhas diferentes se nos aparecem...
Sabe como são as coisas....
As coisinhas...

"Aqueles que vêm assim, assim, como quem nada quer,
que conversam com Deus, na Sua linguagem,
porque deles não precisam!
Brincam com o Menino Jesus, como na poesia de Alberto Caieiro...
Trocam figurinhas, dormem lado a lado,
dizem pouco, mas muito falam,
com os olhinhos acesos,
o sorriso que preenche todos os espaços
e que nos recordam como é delicioso ser avô...